Inclusive, os contratos comerciais já assinados preveem essa ampliação para a América do Norte, tanto para o México quanto para MLS. As conversas ainda são bem embrionárias, e haveria muitas questões esportivas a tratar. Por exemplo, se aumentaria o número de times na competição ou se diminuiria o número de vagas para os países da Conmebol.
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O canadense Toronto FC foi longe na Champions da Concacaf, mas caiu diante do América do México — Foto: AP
Os mexicanos disputaram a Libertadores até 2016, quando decidiram abrir mão da disputa por conta das mudanças implementadas pela Conmebol. Dentro da insatisfação, destacaram problemas para conciliar os calendários, além de insatisfação com a redistribuição de vagas. O México seguiria com três times, o Brasil subiria para sete, e a Argentina para seis.
Presentes na Libertadores desde 1998, os mexicanos participaram do torneio com 18 clubes diferentes ao longo desses 18 anos. Nunca foram campeões, não tinham direito à vaga no Mundial de Clubes nem com título, mas chegaram a três finais, com o Cruz Azul, em 2001, Chivas, em 2010, e Tigres, 2015.
Já os times da MLS nunca disputaram a competição sul-americana. Assim como os mexicanos, eles buscam vaga para o Mundial de Clubes através da Champions da Concacaf.
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