“Foi um susto enorme. Meu pai ficou trêmulo, com falta de ar, a pressão dele subiu. Durou uns 10 segundos, mas o suficiente para nos deixar muito nervosos. Foi tão rápido que acho que o bandido nem reconheceu o meu pai”, contou Mário César, que dirigia o veículo. Por conta de compromissos, Zagallo e o filho adiaram para esta quinta-feira pela manhã, dia 27, a ida à delegacia da Barra da Tijuca para prestar queixa.
Segundo Mário César, esse tipo de violência tem crescido ultimamente:“Vamos à delegacia para registrar o ocorrido e chamar a atenção para roubos como esse no bairro. Nos últimos dias, sem exagero, soube de dez casos parecidos na Barra, em que pessoas foram roubadas em seus carros por motoqueiros, durante o dia. No meu caso, ele estava sozinho. Sem tirar o capacete, com uma das mãos segurava a arma e com a outra, pegou o relógio”.
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