O policial militar e sindicalista Josafá Ramos, que atua
em Feira de Santana, foi condenado em um processo administrativo (PAD)
instaurado pelo comando da Polícia Militar da Bahia, depois de ter participado
da última greve de policiais militares no estado, ocorrida em este ano.
No processo, Josafá é acusado de ter roubado uma viatura
da corporação e de ter levado o veículo para a Assembleia Legislativa, onde os
policiais grevistas estavam concentrados.
O policial se defende das acusações e alega que estava em
casa no horário em que as viaturas foram tomadas. “ A decisão é pela
culpabilidade no processo,mas nada foi provado “, alega Josafá.
Ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça
durante a greve e depois de vários dias foragido, se entregou na sede da 67ª
Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), em Feira de Santana, no mês
de março.
Josafá ficou preso por duas semanas no Batalhão de Choque
em Lauro de Freitas. No dia 28 de março voltou a ser preso sob a acusação de
deserção, por não comparecer ao trabalho durante a greve.

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