Alemães humilham Shakhtar, vão às quartas, mas Robben e Ribéry se machucam
O
Shakhtar Donetsk viveu um dia de pesadelo nesta quarta-feira. Se
enfrentar o poderoso Bayern de Munique na Alemanha já era um problema
suficientemente grande, a equipe ucraniana ainda jogou com um a menos
desde os dois minutos do primeiro tempo. O zagueiro Kucher levou
vermelho direto por falta em Götze na área e protagonizou a expulsão
mais rápida da história da Liga dos Campeões, superando Herrera, do
Porto, que foi mandado para o vestiário aos seis minutos do jogo contra o
Zenit, na última temporada. O time bávaro aproveitou a bobeada, jogou
sem pena, goleou por 7 a 0 e confirmou a classificação para as quartas de final da Champions.
O triunfo foi fácil, mas o resultado custou caro ao Bayern. Robben foi substituído aos 18 minutos da primeira parte por lesão na coxa direita. Ribéry também deixou a partida por causa de um problema físico. O francês sentiu o tornozelo e teve que deixar o gramado aos 13 da segunda etapa.
O Bayern, entretanto, não foi perfeito. A equipe alemã poderia e deveria ter feito mais gols. Estava muito fácil. Mas os meias falhavam nas finalizações e, principalmente, no último passe. Para piorar, Robben foi substituído aos 18 minutos por lesão na coxa direita. O ataque sentiu, e a pressão não foi mais a mesma. Coube ao zagueiro Boateng, aos 33 minutos, fazer o segundo aproveitando sobra de chute de Lewandowski defendido pelo goleiro.
Robben deixa o gramado abatido (Foto: AP)
Os
ucranianos tiveram apenas uma boa oportunidade em toda a partida. Luiz
Adriano, ignorado por Dunga na convocação para os amistosos da Seleção
contra França e Chile, quase diminuiu ao concluir cruzamento da direita.
E ponto final para o Shakhtar. Até a dupla de zaga bávara conseguiu
balançar a rede no mesmo jogo. Badstuber, de cabeça, fez o quinto.
Ironicamente, e apesar da goleada, o camisa 9, a referência do ataque
estava passando em branco. Mas Lewandowski também participou da festa e
foi o dono do sexto.
A goleada da seleção alemã por 7 a 1 sobre a seleção brasileira foi a partida emblemática da conquista alemã na Copa do Mundo do ano passado. O jogador-símbolo foi Götze, autor do gol do título. O meia fez o sétimo sobre o Shakhtar. Diante de uma defesa completamente abalada mentalmente, o jogador recebeu na área, dominou, girou, pensou e chutou sem esforço para confirmar: 7 a 0.
O triunfo foi fácil, mas o resultado custou caro ao Bayern. Robben foi substituído aos 18 minutos da primeira parte por lesão na coxa direita. Ribéry também deixou a partida por causa de um problema físico. O francês sentiu o tornozelo e teve que deixar o gramado aos 13 da segunda etapa.
Thomas Müller comemora um dos gols: atacante teve grande atuação
(Foto: Agência AP )
O
Shakhtar está investindo bastante em contratações, tem brasileiros
promissores, mas perto do Bayern parece um time de Liga Europa. A
superioridade alemã era evidente antes da expulsão de Kucher, por
pênalti em Götze, aos dois minutos do primeiro tempo. Müller cobrou e
fez 1 a 0. Os bávaros passaram a primeira metade da partida
praticamente toda no setor ofensivo. O jogo fluía, a rápida troca de
passes era facilitada por uma marcação sem firmeza. A desvantagem
numérica em campo forçou os ucranianos a desistirem completamente dos
contra-ataques. O Bayern, entretanto, não foi perfeito. A equipe alemã poderia e deveria ter feito mais gols. Estava muito fácil. Mas os meias falhavam nas finalizações e, principalmente, no último passe. Para piorar, Robben foi substituído aos 18 minutos por lesão na coxa direita. O ataque sentiu, e a pressão não foi mais a mesma. Coube ao zagueiro Boateng, aos 33 minutos, fazer o segundo aproveitando sobra de chute de Lewandowski defendido pelo goleiro.
Boateng agradece aos céus: zagueiro também participa da surra
(Foto: AP)
O
Shakhtar voltou do intervalo mais abatido e a equipe alemã promoveu um
massacre nas primeiras jogadas, nocauteando definitivamente o oponente.
Aos três minutos, Ribéry tabelou com Alaba, entrou na área com espaço e
tranquilidade, e chutou cruzado para marcar o terceiro. Müller fez o
quarto três minutos depois. O francês cruzou, Lewandowski ajeitou para
trás, e o alemão, sem marcação, chutou do meio da área.
Robben deixa o gramado abatido (Foto: AP)A goleada da seleção alemã por 7 a 1 sobre a seleção brasileira foi a partida emblemática da conquista alemã na Copa do Mundo do ano passado. O jogador-símbolo foi Götze, autor do gol do título. O meia fez o sétimo sobre o Shakhtar. Diante de uma defesa completamente abalada mentalmente, o jogador recebeu na área, dominou, girou, pensou e chutou sem esforço para confirmar: 7 a 0.
Lewandowski festeja o sexto: atacante marou no fim da goleada alemã
(Foto: Reuters)

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