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— Foto: Reprodução/CBF
Um dos suspeitos de participar do espancamento e da morte do jogador Daniel, David William Vollero Silva, 18 anos, também era jogador de futebol. Ele fez parte do Grupo Sub-17 do Paraná Clube até o mês de março, quando completou 18 anos, mas teve o seu contrato rescindido na última terça-feira, conforme registro do Boletim Informativo Diário (BID), da CBF. A informação foi publicada pelo UOL Esporte e confirmada pelo GloboEsporte.com
David está preso preventivamente e prestou depoimento para o delegado da Polícia Civil, Amadeu Trevisan. Ele afirmou ter participado do espancamento de Daniel dentro da casa de Edison Brittes, autor confesso do homicídio e que flagrou o jogador com sua esposa, Cristiana Brittes. Também estão presos Edison Brittes, sua esposta Cristiana Brittes, a filha Allana Brittes, Ygor King e Eduardo da Silva, primo de Cristiana.
David contou que esteve no carro e foi com Edson, Ygor King e Eduardo da Silva até o local onde Daniel foi morto e seu corpo jogado em uma área rural da cidade de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.
Em seu depoimento, ele afirmou que não viu o momento em que Daniel foi morto. Segundo ele, Edison teria ordenado para que ficassem no carro, enquanto foi até o porta-malas onde estava o jogador. Ele e Ygor King, de 19 anos, disseram que ouviram um barulho de sufocamento.
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No depoimento, David também disse que conversou com Daniel na festa na casa e "trocou umas ideias com ele sobre o ramo do futebol, devido a também ter jogado bola em times de base, mas que a conversa não passou disso", afirmou em depoimento.
David afirmou que é amigo de Allana Brittes desde 2012, que os dois estudaram na mesma escola e que tinha um relacionamento amoroso com ela. Ele ainda afirmou que não viu Daniel na festa na boate antes de todos irem para a casa de Edison Brittes.
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Ygor King, de 19 anos, (esq.) e David Willian da Silva, de 18 anos, (dir.) se apresentaram e foram presos — Foto: Reprodução/RPC
David estava no Paraná Clube desde 2016 e foi campeão paranaense Sub-17 no mesmo ano. Ele não participou do último jogo. Ele tinha contrato não-profissional até o mês de outubro e, segundo o clube, o jogador já havia sido dispensado no mês de março por questões técnicas, mas que o seu contrato só foi "dado baixa" na última terça-feira.
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