Carol Portaluppi entrou no gramado da Arena após empate com Cruzeiro na semi
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) puniu o Grêmio com a perda do mando de campo para o segundo jogo da final da Copa do Brasil, contra o Atlético-MG, no dia 30 de novembro, além do pagamento de multo de R$ 30 mil. O motivo é a entrada de Carol Portaluppi, filha do técnico Renato, no gramado da Arena após o fim da partida da semifinal diante do Cruzeiro. A informação foi divulgada pelo repórter Sérgio Guimarães, da Rádio Gaúcha, na tarde desta quarta-feira.
Renato chamou a sua filha nos minutos finais da partida (confira no vídeo acima), que marcou a classificação gremista para a final contra o Galo. Carol aguardava no túnel da zona mista da Arena e foi conduzida ao campo por um segurança. Sentou no banco de reservas e, logo depois, o árbitro apitou o final da partida. A filha deu um abraço no pai à beira do campo e registrou a festa da torcida e dos jogadores dentro do gramado.
Após o árbitro Thiago Duarte Peixoto relatar o episódio na súmula, o Grêmio foi denunciado no STJD. O clube foi enquadrado no artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) por “deixar de prevenir e reprimir invasão de campo ou local da disputa do evento”. A Procuradoria do órgão, no entanto, havia pedido como pena apenas o pagamento de multa de R$ 100 a R$ 100 mil e não a perda de mando de campo.
Em julgamento nesta quarta-feira na Terceira Comissão Disciplinar do órgão, no Rio, o relator do processo, Auditor Vanderson Maçullo pediu a perda de um mando de campo e multa de R$ 30 mil como pena do clube em seu voto. Foi acompanhado pelos auditores Otacílio Araújo, Manoel Bezerra e Jurandir Ramos. O único a discordar foi o presidente da comissão, Sérgio Martinez, que pediu apenas multa de R$ 10 mil, sem perda de mando.
Em seu Twitter oficial, o Grêmio informou que vai recorrer da punição. O diretor jurídico do clube, Nestor Hein, estava presenta no julgamento e qualificou o julgamento do STJD como "exótico" e qualificou a decisão como "absurda" e "fora da curva". Segundo ele, o clube deve entrar com pedido de efeito suspensivo para tentar reformar a decisão no Pleno do STJD.
– Os gremistas devem ficar tranquilos. Houve muitas manifestações pessoais sobre Renato e sua filha. Compete ao clube aceitar e manejar o recurso compatível, inesperado, porque se desenhava um julgamento tranquilo. As coisas foram se avolumando contra o Grêmio com essas considerações pessoais ao Renato e sua filha – disse Hein.
Após o árbitro Thiago Duarte Peixoto relatar o episódio na súmula, o Grêmio foi denunciado no STJD. O clube foi enquadrado no artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) por “deixar de prevenir e reprimir invasão de campo ou local da disputa do evento”. A Procuradoria do órgão, no entanto, havia pedido como pena apenas o pagamento de multa de R$ 100 a R$ 100 mil e não a perda de mando de campo.
Em julgamento nesta quarta-feira na Terceira Comissão Disciplinar do órgão, no Rio, o relator do processo, Auditor Vanderson Maçullo pediu a perda de um mando de campo e multa de R$ 30 mil como pena do clube em seu voto. Foi acompanhado pelos auditores Otacílio Araújo, Manoel Bezerra e Jurandir Ramos. O único a discordar foi o presidente da comissão, Sérgio Martinez, que pediu apenas multa de R$ 10 mil, sem perda de mando.
Em seu Twitter oficial, o Grêmio informou que vai recorrer da punição. O diretor jurídico do clube, Nestor Hein, estava presenta no julgamento e qualificou o julgamento do STJD como "exótico" e qualificou a decisão como "absurda" e "fora da curva". Segundo ele, o clube deve entrar com pedido de efeito suspensivo para tentar reformar a decisão no Pleno do STJD.
– Os gremistas devem ficar tranquilos. Houve muitas manifestações pessoais sobre Renato e sua filha. Compete ao clube aceitar e manejar o recurso compatível, inesperado, porque se desenhava um julgamento tranquilo. As coisas foram se avolumando contra o Grêmio com essas considerações pessoais ao Renato e sua filha – disse Hein.
Nenhum comentário:
Postar um comentário