Millonarios triunfam na casa dos rivais e levam título em decisão marcada por tentativa de agressão feita pela torcida mandante a um dos árbitros auxiliares
O River aumenta um período que tem sido de glórias. No ano passado, além da Sul-Americana, sagrou-se campeão do Torneio Final e do Campeonato Argentino e perdeu o Torneio de Transição para o Racing nas últimas rodadas. Na atual temporada, volta com força à Libertadores, sendo um dos favoritos ao título.
A final teve cara de Libertadores. Jogo pegado, com faltas, entradas ríspidas e pouco futebol. No primeiro tempo, os rivais quase não conseguiram acertar os gols. O principal acontecimento veio nos acréscimos, quando um dos auxiliares se lesionou na cabeça ao ser acertado por um objeto atirado pela torcida do San Lorenzo, parando as ações por cerca de seis minutos.
San Lorenzo e River Plate protagonizaram decisão com ânimos esquentados
(Foto: Agência AFP )
O
gol do River Plate foi marcado aos 22 minutos da segunda etapa.
Gutiérrez cruzou, o volante Carlos Sánchez chutou sendo travado pelo
zagueiro, mas a bola acabou entrando. Se na primeira parte o árbitro
economizou nos cartões, na segunda etapa, ele não teve medo de punir os
jogadores. Foram sete, sendo duas expulsões. O duelo ficou ficou muito
mais violento após a abertura do placar, especialmente no fim.Quem brilhou foi o goleiro Barovero, do River. Ele salvou o time em várias oportunidades, sofreu um bombardeio nos minutos finais e foi fundamental para a conquista dos Millonarios. Após o apito final recebeu o prêmio de melhor jogador em campo da organização da Recopa.
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