"Realizei um sonho que tinha desde moleque", diz jogador de 23 anos, que também estava na mira do Palmeiras. Ele assina por três temporadas com o Tricolor
O acordo foi sacramentado numa reunião no CT da Barra Funda. Gustavo Vieira de Oliveira, gerente de futebol do Tricolor, representou o clube nas conversas com Luiz Carvalho, agente do jogador, e os empresários Renato Duprat e Nélio Lucas, do fundo Doyen Sports, que detém parte dos direitos de Jonathan Cafu.
- Realizei um sonho que tinha desde moleque, porque sempre quis jogar em um clube grande. Estou motivado com este novo desafio e preparado para lutar por um lugar no time. Espero que esta nova etapa na minha carreira, agora com o Muricy, seja vitoriosa - disse ele ao site do clube.
Os valores não foram revelados. É certo, porém, que o São Paulo deve comprar a parte dos direitos que pertencem à Doyen em dezembro, já que a nova regulamentação da Fifa, que ainda entrará em vigor, proíbe a participação de terceiros nos direitos de atletas de futebol. Do lado da Ponte, a diretoria alvinegra aguarda apenas o depósito dos R$ 300 mil que tem direito pela taxa de vitrine para liberar o atacante para fazer exames no Morumbi. Independentemente de quem levasse o jogador, a Macaca ficaria com a quantia.
Jonathan Cafu, de 23 anos, também estava na mira do Palmeiras, mas o Verdão desistiu do negócio. Segundo o diretor de futebol do clube alviverde, Alexandre Mattos, o interesse se encerrou depois das contratações de Dudu e Kelvin, ambos com a mesma característica de Cafu: atacantes de velocidade, que atuam pelo lado do campo.
Este, aliás, era um velho pedido do técnico Muricy Ramalho. Ele queria um homem com essas características, para ter opção de jogo, principalmente no segundo tempo. Vale lembrar que o São Paulo vinha trabalhando com a possibilidade de vender Osvaldo, mas o clube árabe interessado no jogador desistiu da contratação.
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