Quarteto diz não querer privilégios e que consegue espaço por méritos próprios. Situação é motivo de brincadeira, e Rivaldinho é chamado de presidente júnior
Olhar o elenco do Mogi Mirim é motivo de orgulho para Rivaldo.
Não apenas por ser o presidente e principal responsável pela
contratação dos jogadores. Mas também por ter uma relação pessoal muito
próxima no caso específico de quatro atletas. Dois deles têm o mesmo
sangue: o filho Rivaldinho e o sobrinho Romildinho. Um está próximo de
entrar para a família: o meia Gustavo namora a filha do pentacampeão. Já
o lateral-direito Edson Ratinho, de tão amigo, pode ser considerado um
irmão. A família de Rivaldo invadiu o grupo do Sapo.
Os três primeiros fazem parte do plantel desde o ano passado. Rivaldinho, aliás, chegou a atuar com pai antes da aposentadoria do pentacampeão, durante o Campeonato Paulista de 2014. Romildinho teve a chance de estrear entre os profissionais na Série C do Brasileiro, aos 16 anos. Nenhum deles, assim como o genro Gustavo, é titular. Todos têm conquistado o espaço aos poucos e, garantem, por méritos próprios.
- A gente não quer ter privilégio. Nem tem motivo para ter. Aqui no Mogi Mirim, sou jogador como qualquer outro, não sou o filho do Rivaldo. Nunca reclamei e nunca vou reclamar com o meu pai se não jogar. No dia em que fizer isso, eu paro com o futebol - afirmou Rivaldinho, que, aos 19 anos, espera receber mais oportunidades na atual temporada para deslanchar na carreira.
Rivaldinho ao lado do pai do Rivaldo: sem regalias no Mogi (Foto: Geraldo Bertanha/ Mogi Mirim)
Edson
Ratinho é o único do grupo ligado a Rivaldo que integra a equipe
titular. Mas, diferentemente de Rivaldinho, Romildinho e Gustavo, o
lateral-direito já possui uma bagagem no futebol para justificar a
escolha do técnico Claudinho Batista. No ano passado, foi um dos
destaques do Joinville, campeão da Série B. Agora, após curtir as férias
com Rivaldo e Rivaldinho nos Estados Unidos, volta para a quarta
passagem pelo Sapo, onde se sente em casa.
- Pela amizade com o presidente, com o seu filho também, acho que nada melhor do que voltar e se sentir em casa. Não procuro ter regalias. Tento sempre dar o meu máximo para as coisas correrem bem em campo - comentou.
A situação não incomoda os outros jogadores do elenco. Pelo contrário. É motivo de brincadeiras. Entre os companheiros, Rivaldinho é chamado de presidente júnior. Sua influência vai além de ser filho do homem. Ele ocupa o cargo de presidente do Conselho Deliberativo. Ratinho também tem poder fora de campo, já que é um dos conselheiros do clube. Ambos foram nomeados por Rivaldo em 2014.
Se administrativamente Rivaldo tem a palavra final, quem manda à beira do gramado é o técnico Claudinho Batista. Segundo ele, o pentacampeão sabe separar as coisas e não faz pressão pela escalação dos familiares.
- Eu conduzo (essa situação) da melhor maneira possível. Tenho que fazer que eles se deem bem para o time ficar bem também. Não tem interferência nenhuma do Rivaldo. Ele me deixa super à vontade para tomar as decisões que considero melhor para o Mogi.
O espírito de família, tão disseminado por jogadores e técnicos para o sucesso de um elenco, já está incorporado ao Mogi. Literalmente.
Os três primeiros fazem parte do plantel desde o ano passado. Rivaldinho, aliás, chegou a atuar com pai antes da aposentadoria do pentacampeão, durante o Campeonato Paulista de 2014. Romildinho teve a chance de estrear entre os profissionais na Série C do Brasileiro, aos 16 anos. Nenhum deles, assim como o genro Gustavo, é titular. Todos têm conquistado o espaço aos poucos e, garantem, por méritos próprios.
- A gente não quer ter privilégio. Nem tem motivo para ter. Aqui no Mogi Mirim, sou jogador como qualquer outro, não sou o filho do Rivaldo. Nunca reclamei e nunca vou reclamar com o meu pai se não jogar. No dia em que fizer isso, eu paro com o futebol - afirmou Rivaldinho, que, aos 19 anos, espera receber mais oportunidades na atual temporada para deslanchar na carreira.
- Pela amizade com o presidente, com o seu filho também, acho que nada melhor do que voltar e se sentir em casa. Não procuro ter regalias. Tento sempre dar o meu máximo para as coisas correrem bem em campo - comentou.
A situação não incomoda os outros jogadores do elenco. Pelo contrário. É motivo de brincadeiras. Entre os companheiros, Rivaldinho é chamado de presidente júnior. Sua influência vai além de ser filho do homem. Ele ocupa o cargo de presidente do Conselho Deliberativo. Ratinho também tem poder fora de campo, já que é um dos conselheiros do clube. Ambos foram nomeados por Rivaldo em 2014.
Se administrativamente Rivaldo tem a palavra final, quem manda à beira do gramado é o técnico Claudinho Batista. Segundo ele, o pentacampeão sabe separar as coisas e não faz pressão pela escalação dos familiares.
- Eu conduzo (essa situação) da melhor maneira possível. Tenho que fazer que eles se deem bem para o time ficar bem também. Não tem interferência nenhuma do Rivaldo. Ele me deixa super à vontade para tomar as decisões que considero melhor para o Mogi.
O espírito de família, tão disseminado por jogadores e técnicos para o sucesso de um elenco, já está incorporado ao Mogi. Literalmente.
Ratinho, "irmão" de Rivaldo, está de volta para sua quarta passagem pelo Mogi
(Foto: Rafael Bertanha / E Aí Produções)
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