De acordo com a PRF, ao solicitar a Carteira Nacional de Habilitação do condutor, foram constatadas algumas irregularidades no documento, uma delas é o prazo de validade de 10 anos – o dobro do prazo estabelecido por lei. Os dados foram enviados a central da PRF que confirmou se tratar de uma falsificação.
Jacó Brito foi conduzido para o Complexo Policial Investigador Bandeira de Feira de Santana para prestar esclarecimento e em depoimento ao inspetor Emerson Fontes de Lima, da PRF, ele fez uma acusação surpreendente.
Jacó informou que há oito meses procurou um funcionário da 3ª CIRETRAN, e adquiriu a carteira de habilitação pela quantia de R$ 1.200. Ele disse para o inspetor que adquiriu o documento junto ao Sargento Novais, hoje falecido, na época chefe do setor de habilitação do órgão.
De acordo o depoimento do motociclista, ele não fez nenhum exame ou qualquer teste de aptidão no órgão de transito. Após ser ouvido pelo delegado Euvaldo Costa, Jacó foi liberado, mas o documento foi apreendido e será periciado para averiguar a sua autenticidade.
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