A derrota para o Ceará foi o quarto tropeço seguido do Fluminense no Campeonato Brasileiro. A última vitória foi na 25ª rodada, em casa, sobre o Bahia. Desde então, a vantagem para o Z-4, que foi já foi de quatro pontos, caiu para um. A pressão é grande sobre o treinador, que foi promovido do cargo de auxiliar técnico no início desse mês. A depender do resultado no clássico, ele pode voltar ao antigo posto.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2019/h/l/NbYA6WSbK0NR6bZAIEMw/48965542907-191e9fc8e7-k.jpg)
Treinador tem menos de um mês no comando — Foto: Lucas Merçon / Fluminense
Desde que assumiu o clube, em junho, a diretoria comandada pelo presidente Mario Bittencourt e o vice Celso Barros já trocou de comando duas vezes. Começou com Fernando Diniz, técnico contratado pela gestão anterior e demitido em agosto. Depois, foi a vez de Oswaldo de Oliveira, que durou praticamente um mês no cargo.
Para fugir do rebaixamento, o Tricolor, então, resolveu apostar na solução caseira. Além de Marcão, promoveu o auxiliar Aílton das divisões de base e reforçou a comissão técnica com a chegada de Daniel Cerqueira, que passou recentemente pelo São Paulo.
O Fluminense pode voltar à zona de rebaixamento nesta rodada. Basta que o Cruzeiro vença o Botafogo, fora de casa, nesta quinta-feira, às 21h30. O Tricolor está na 16ª posição na tabela, com 30 pontos.